
A Sesau (Secretaria de Saúde), por meio da CGAB (Coordenadoria Geral de Atenção
Básica), teve um projeto voltado à saúde mental de trabalhadoras da saúde aprovado para
apresentação no 5º Congresso Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em
Saúde, que será realizado em maio, na Bahia.
Como parte do projeto, a Sesau realizou nesta semana uma vivência prática, com foco
inicial nos profissionais da própria secretaria, reforçando o compromisso com a promoção
de ambientes de trabalho mais saudáveis e acolhedores. A proposta também busca
ampliar essas ações para outros setores da rede estadual de saúde.
“O nosso tema vai ser Saúde Mental, Roda de Escala Pés e Mulheres Trabalhadoras da
Saúde no Estado de Roraima, como exemplo de práticas exitosas no cuidado dos
trabalhadores. Essa participação no congresso vai reforçar o compromisso da Secretaria
de Saúde em ampliar e qualificar as práticas integrativas e complementares de saúde,
valorizando as ações humanizadas e promovendo os ambientes de trabalho mais
saudável, acolhedores, equilibrados”, afirmou a gerente do Núcleo de Ações
Programáticas e Saúde da Pessoa Negra e representante estadual das práticas
integrativas, Silvana de Amorim.
As práticas integrativas também vêm sendo fortalecidas nos municípios, com a ampliação
de ações já desenvolvidas nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Entre as iniciativas,
destacam-se técnicas como a auriculoterapia e outras abordagens de autocuidado que
ajudam a reduzir quadros de estresse e ansiedade, especialmente nos estágios iniciais,
além de promover conforto e qualidade de vida.
“Temos que valorizar essa questão das práticas na saúde, porque ela traz esse conforto,
alívio, e tira essa ociosidade da população, que muitas vezes a gente espera muito tempo,
talvez por um psiquiatra ou um psicólogo. O hábito de tomar um bom chá ao final da tarde,
já quando vai adormecer, tomar um chazinho de camomila, fazer um aroma no ambiente
onde você vai descansar. São muitas as possibilidades de práticas integrativas para poder
melhorar na saúde”, pontuou.
A expectativa é que o projeto seja expandido gradualmente, alcançando outras unidades
da rede, contribuindo para um cuidado mais humanizado tanto para profissionais quanto
para usuários do SUS.
“É muito importante as práticas integrativas e complementares em saúde, como uma
possibilidade de abandonar o excesso de medicamentos que a sociedade normalmente faz
uso, e entender que existem outros métodos para recuperar a saúde. Uma boa caminhada,
uma boa reflexão, meditação, controlar o estresse através da sua respiração”, destacou
Silvana.
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